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sábado, 26 de janeiro de 2013

Leão-marinho-das-Galápagos

A população de uma espécie endêmica do leão-marinho-das-Galápagos (Zalophus wollebaeki) que habita a ilha San Cristóbal, uma das principais do arquipélago de Galápagos, no Equador, se manteve estável ao apresentar um pequeno crescimento -- de 1.398 em 2011 para 1.496 em 2012, informou nesta semana o Parque Nacional de Galápagos (PNG).
A reserva divulgou comunicado informando que um censo em San Cristóbal "reflete a estabilidade da população" de leões-marinhos, cuja espécie está incluída na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) devido ao risco de desaparecer da natureza.
Segundo a fonte, o censo foi realizado entre as dez maiores colônias dos mamíferos nesta ilha para "saber o estado atual das populações. O parque de Galápagos destacou ainda que em 2012 foi elaborado um plano de manejo para a conservação desses animais em San Cristóbal com o objetivo de assegurar a manutenção e recuperação de sua população, "prevendo e evitando impactos do homem diretos e indiretos".
Há trinta anos, o arquipélago de Galápagos foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco por sua flora e fauna únicas no mundo. As ilhas, cujo nome se inspira nas tartarugas gigantes que vivem ali, serviram de laboratório para o cientista inglês Charles Darwain, autor da teoria sobre a evolução das espécies.
leão-marinho-das-Galápagos (Foto: Charlesjsharp/Creative Commons)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Rinoceronte: PERIGO DE EXTINÇÃO

O rinoceronte pode desaparecer na África do Sul até 2020 devido à da caça predatória, alertaram as reservas particulares do país, que exigem do governo medidas para evitar a extinção do mamífero.
Segundo um estudo apresentado pela Associação de Proprietários de Rinocerontes, se a caça furtiva continuar nesse ritmo, a espécie poderá se extinguir em oito anos.
O sul-africano Brent Stirton, fotógrafo da Getty Images para a revista 'National Geographic', venceu na categoria Natureza (Histórias) com a série 'Guerra de Rinocerontes'. A foto mostra uma rinoceronte que teve seu chifre retirado com uma serra elétrica. (Foto: Reuters/Brent Stirton/Getty Images)






Na África do Sul, existem cerca de 400 reservas privadas que guardam um de cada quatro rinocerontes do país, onde pelo menos 108 exemplares foram mortos nos primeiros dois meses e meio deste ano, segundo os dados dos Parques Nacionais da África do Sul (Sanparks).
O número poderá chegar a 1.300 animais em 2012, triplicando o recorde atingido em 2011, quando 448 foram mortos, de acordo com Jabulani Ngubane, responsável pela segurança da reserva de Ezemvelo, em KwaZulu-Natal.
Ngubane, citado nesta semana pelo jornal sul-africano "The Star", disse que os caçadores furtivos estão transferindo sua atividade dos parques nacionais, onde aumentou a segurança, para as reservas naturais particulares menores.
Reaçao à caça
Os especialistas calculam que na África do Sul exista cerca de 20 mil rinocerontes, embora o número exato seja desconhecido. "Precisamos de um censo adequado de rinocerontes na África do Sul, porque o governo acredita que tem tempo para reagir e não está fazendo o suficiente", afirmou Lorinda.
Os donos de reservas naturais particulares estão aplicando medidas para evitar a matança de exemplares, cujo chifre chega a preços superiores ao do ouro no mercado negro asiático, onde se atribui às peças supostas propriedades medicinais e afrodisíacas.
"É uma corrida constante. É preciso ampliar as medidas de segurança constantemente, já que os caçadores aprendem como burlá-las", explicou Colin Patrick, responsável pela reserva de Montainview, junto ao Parque Nacional Kruger, no norte do país.
Envenenar o marfim com toxinas ou retirar as hastes dos animais são algumas das soluções que os donos dessas reservas estão fazendo para impedir a caça de seus rinocerontes e a perda de seu investimento, que chega a mais de US$ 40 mil por animal.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Pica-pau-do-parnaíba

O pica-pau-do-parnaíba é uma ave piciforme da família Picidae. Bonita ave, recentemente “redescoberta” em Tocantins após 80 anos desaparecida.
iucn_cr.pngMede 27 cm. Cabeça ferrugínea, sendo que o macho apresenta faixa malar e topete vermelhos; peito e cauda negros; asas ferrugíneas; dorso superior amarelo escamado de preto, dorso inferior e partes inferiores amareladas.

É endêmico do Brasil. Descrito de um espécime encontrado no Piauí (Uruçuí, rio Parnaíba), foi recentemente encontrado no Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso.

Forrageia em áreas florestadas com taboca (Guadua sp)e embaubais, alimentando-se principalmente de formigas, principalmente dos Gêneros Camponotus e Azteca.

Foram encontrados casais com apenas um filhote no Tocantins, apresentavam penas escuras na cabeça e o topete castanho-avermelhado. O período reprodutivo na região é entre julho e outubro.